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A demanda pelo boi gordo na B3 segue aquecida em julho e as posições em aberto voltaram a subir, cada vez mais próximas da máxima de 2026.
Perspectivas para a padronização feita pelo MAPA.
Medidas comerciais pressionam setores exportadores, enquanto escassez global de carne e redução da oferta sustentam perspectivas para a pecuária brasileira.
Exportações à União Europeia e disputa entre indústria frigorífica e farmacêutica entram de vez no radar do produtor brasileiro.
O fim da colheita, a oferta externa mais curta e a demanda firme sustentam a alta das cotações no mercado interno e na exportação.
O mercado de boi gordo brasileiro atravessa um momento de transição, marcado por uma verdadeira queda de braço entre frigoríficos tentando reduzir preços e pecuaristas resistindo para manter a cotação da arroba estável.
Quantos quilos de farelo de soja uma arroba de boi gordo em São Paulo comprou e deverá comprar*.
Durante décadas, o crescimento da produção de carne bovina no Brasil esteve associado à expansão das áreas de pastagem. Produzir mais significava ocupar mais terra. Nos últimos anos, porém, essa lógica mudou.
O mercado futuro do boi gordo voltou a ficar procurado no final de junho, com as posições em aberto na B3 em recuperação.
Com demanda doméstica fraca, cautela nas exportações e oferta confortável, arroba do boi gordo perde força em São Paulo; confinamento deve ganhar peso no segundo semestre
Pesquisadores da Scot Consultoria apresentaram uma análise do mercado do boi gordo e da reposição, com expectativas para o segundo semestre de 2026.
Com produção média superior a 100,0 mil litros por dia, a Fazenda Colorado se destaca pelo uso de tecnologia, gestão de dados e práticas voltadas ao bem-estar animal.
A continuidade dos trabalhos de colheita da primeira safra e, mais recentemente, da segunda, aumenta a oferta disponível no mercado.
Mesmo após o ajuste em relação ao recorde de abril, referência em São Paulo segue entre R$345,00 e R$355,00/@; demanda interna, exportações e postura do pecuarista devem ditar o ritmo dos preços em junho.
No mercado do sebo, a demanda por biodiesel e as exportações para os Estados Unidos sustentam os preços, enquanto que para o couro, a maior oferta sazonal deve ser equilibrada pelos custos logísticos e pelo bom ritmo das exportações.
Pressão de oferta mantém o mercado físico em baixa no curto prazo, enquanto perdas na segunda safra e consumo aquecido podem reforçar o poder de barganha do produtor mais adiante.
O volume exportado cresceu 11,7% no primeiro quadrimestre de 2026 ante igual período de 2025, mas a receita subiu apenas 1,7% em razão da pressão sobre os preços internacionais.
Queda nas posições do contrato de maio foi compensada pelo avanço da demanda em junho e julho, enquanto outubro mantém perspectiva mais otimista para a arroba no segundo semestre.
As posições em aberto para os contratos futuros do boi gordo na B3 apresentaram forte queda na primeira semana de maio.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que o atual cenário de desabastecimento de vacinas contra clostridioses decorre, principalmente, de decisões mercadológicas adotadas por fabricantes, que descontinuaram a produção e a comercialização desses imunizantes entre o final de 2025 e janeiro de 2026.
Com a colheita da primeira safra e a proximidade da safrinha, o espaço para alta no curto prazo segue limitado, enquanto, no segundo semestre, eventuais perdas climáticas podem dar maior sustentação à
O número de posições em aberto no mercado futuro do boi gordo encerra abril mais estável, apesar da volatilidade nos preços dos contratos.
No primeiro trimestre de 2026, o Brasil manteve o bom desempenho nas exportações de carne bovina, com crescimento em relação ao ano passado.
A estratégia do Brasil para acessar novos mercados diante adversidades possíveis em outras nações e a posição da ABIEC na divulgação da carne brasileira e na negociação com países na mira.
O cenário para o confinamento em 2026 segue favorável, sustentado pela firmeza do mercado do boi gordo e a perspectiva de custos alimentares ainda administráveis, especialmente diante da expectativa de uma boa safra de grãos, sustentam o cenário positivo para o confinamento.
As posições em aberto no mercado futuro do boi gordo voltaram a subir após a queda no início de abril.
Início do primeiro giro de confinamento tem dúvidas quanto à saída de boiadas e a certeza de margens potencialmente menores.
A oferta de sebo bovino está menor. Apesar disso, os preços seguiram ficaram estáveis na semana. Atenção ao sebo, cuja perspectiva é de redução de demanda para abril.
Avanço da colheita de primeira safra reforça a sazonalidade dos preços.
Sebo tem menor oferta, mas a demanda interna está lenta. Para o couro, as exportações estão aquecidas, com aumento no volume e no faturamento.
Entrevista com a gerente de relações internacionais na União Nacional do Etanol de Milho (UNEM)., Andréa Veríssimo
Notícias Agrícolas
Arroba firme em junho, mas mercado exige atenção
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